sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Perseverar

Insista, persista, não deixe de ser.
Ser fiel ao trabalho, a profissão, a educação, a formação.

O mundo passa por diversas tranformações, diversas uniões.

Podemos não ser o tal o legal o racional o intelectual,
mas podemos ser factual, impulsional.

Transforme, mude, invente, reinvente.




Criei em 29/07/2011



                                                                Arte Educadora
                                                                Yvana  Mota Soares

domingo, 14 de agosto de 2011

Depoimento de Professor 3


Depoimento de Professor 3

São constantes, as vezes que presencio no chão da escola, professores sentarem e se reunirem para como se diz popularmente: ”Meter a bomba uns nos outros”, ou seja,  falar mal uns dos outros.
Certa vez, durante o intervalo das aulas, estava eu adentrando na sala dos professores, momento em que estavam reunidos alguns professores, comentando a respeito do fracasso da educação, ou seja, do baixo desempenho dos alunos nas provas de Avaliação de Desempenho divulgadas pelo INEP. E o pior, atribuindo esse fracasso aos professores.
Permaneci no recinto esperando terminar o intervalo, mas fui obrigada a ouvi os comentários sem dar nenhuma opinião. Não é que não tive vontade de interferir no assunto. Tive vontade sim, mas senti que não valeria a pena. De que ia adiantar a opinião de uma única pessoa, ainda mais quando não é bem vinda?
Em um dado momento da conversa, um dos professores falou: - Eu conheço colegas, ainda citou o nome da escola – que é o cúmulo da irresponsabilidade. Vai à escola e fica batendo papo, falando de seus problemas pessoais, esquecendo seu compromisso com a educação. Como é que uma coisa dessas pode acontecer? Concluiu ele: - É por isso que o percentual do IDEB está tão baixo, devido à falta de compromisso desses professores irresponsáveis.
É claro que eu sei que o compromisso do professor com o ensino é fundamental para que os alunos tenham um bom desempenho nessas avaliações. Mas esse não é o único fator responsável pelo bom êxito dos alunos. Existem outros fatores que também são essenciais, os quais não os vou citar no momento, pois todos os professores já estão carecas de saber quais são eles.
Muito me preocupa a atitude de determinados professores que não enxergam ou não querem enxergar as principais mazelas que afetam a educação brasileira, mazelas essas que influenciam no rendimento e no bom aproveitamento dos alunos. Colocar o professor como antagonista do sistema é muita falta de visão crítica e política. Em vez disso, eles deveriam entender que os professores são os principais protagonistas da educação. São eles que estão equilibrando o barco para que o ensino público no Brasil não naufrague.
Os professores antiéticos não levam em conta a falta de ética e de respeito para com a categoria, quando se sentam para falar mal uns dos outros. É por isso, que essa classe é a mais desunida. É também a classe que mais encontra dificuldades e barreiras para conquistar melhorias no sentido de crescer na carreira.
Ninguém nunca ouviu um profissional de outras categorias, tais como: médico, advogado, engenheiro etc, sentarem para falar mal uns dos outros. Esses profissionais sim respeitam uns aos outros e obedecem ao Código de Ética, o qual eles  juraram honrar. Esses profissionais são e merecem ser respeitados por toda a sociedade.
Já com relação aos professores antiéticos, em vez de falarem mal uns dos outros, porque não discutir a prática do dia-dia de sala, de forma a interagir e trocar experiências uns com os outros, no sentido de melhorar e facilitar sua prática? Se adotassem esse procedimento é claro que o resultado seria bem proveitoso em vez de ser maléfico e danoso.
                                                                    Professora Cleide Oliveira

sábado, 13 de agosto de 2011

Depoimento de professor 2


Depoimento de Professor 2
No ano letivo de 2010, lecionei em uma turma de alunos muito rebeldes e indisciplinados. Era uma turma de 2ª série do Ensino Médio. Eles não respeitavam professor nenhum. Já no início das aulas começavam as algazarras, as críticas e a falta de respeito. Era uma espécie de nazismo.
Na sala de aula havia um grupo de alunos autossuficientes, arrogantes, prepotentes e mal-educados, que queriam controlar a sala. O outro grupo era dos alunos bem comportados, que queriam estudar e aproveitar o conteúdo e as atividades desenvolvidas durante as aulas, mas ficavam oprimidos e sufocados, diante da situação de opressão e de bagunça.
No primeiro dia de aula foi tudo bem, tudo normal. Apresentei-me, apliquei dinâmica com eles, como é de praxe. Nesse dia saí com uma boa impressão deles. Mas da segunda aula em diante, a coisa mudou de figura, os alunos indisciplinados começaram a mostrar as unhas, chegavam ao ponto até de desafiarem meu conhecimento. São daqueles tipos que acham que o professor tem obrigação de saber de tudo. É como se o professor fosse um robô, uma máquina programada, que já tivesse o conhecimento pronto, uma espécie de computador. São alunos que estudaram e ainda estudam em escolas e com professores muito tradicionais, que acham que a escola é voltada apenas para a transmissão de conhecimentos. Acho que não sabiam ou não admitiam que a escola também é centrada no pleno desenvolvimento do educando. Assim, deveriam entender que a escola é um espaço de questionamentos, de discussões e de debates para construir e reconstruir o conhecimento, levando em conta a realidade de cada um. Não entendem que, a sociedade que vivemos agora é a sociedade da informação, da comunicação e do conhecimento.
Sentia-me impotente, insegura e oprimida. Sofri muito com essa turma. Não adiantava sermão, chamar a diretora da escola, mandar se retirar da sala, dar suspensão. Nenhuma dessas atitudes e providências funcionou. No final da aula, saia da sala muito irritada, deprimida e revoltada. Mas tive que suportar essa situação até o final do ano letivo.
Como eu ensinava Redação nessa turma, assim que foi lançado o filme: “Carregadoras de Sonhos”, produzido e lançado pelo Síntese, o comprei. Logo resolvi exibi-lo para essa e outras turmas, no sentido deles, sentirem na pele a luta e o sofrimento dos professores, principalmente aqueles que precisam se deslocar para outra cidade e para outro Estado para levar e interagir o conhecimento com os alunos.
De início pensei que eles não iam dar valor nenhum às cenas exibidas, mas me enganei completamente, foi um sucesso.
Após a exibição do filme, realizei um debate e análise do filme. Depois pedi que eles fizessem um relato argumentativo do filme. Os textos ficaram uma beleza. Eles tiveram a oportunidade de expor suas opiniões a respeito do filme. Assim, perceberam e sentiram a realidade nua e crua da luta dos professores em prol da sobrevivência.
Após ler e corrigir as redações de todas as turmas, tirei cópias e as encadernei, no sentido de ter a prova verídica de seus depoimentos. Pena que só pude exibir esse filme no final da IV unidade. Mas surtiu efeito, valeu a pena. Continuo exibindo esse filme para outras turmas e, os alunos, ficam surpreendidos. Muito até falam que não sabiam que os professores sofressem tanto assim. Eu sou uma dessas professoras, pois além de lecionar aqui no Estado de Sergipe, leciono também no Estado da Bahia.
                                                             Professora Cleide Oliveira

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

No meu tempo era assim.


Sou do tempo que as meninas brincavam de boneca, de casinha, de fazer comidinha em panelinhas de barro pisado, que deixava sempre um pouco da janta pra fazer piquinique na grama em frente de casa.
Do tempo que professor era chamado de "tio", e podia até dar uns biliscões, sem contar das palmatórias nas aulas de matemática.
Sou do tempo que ficar de castigo de costas pra turma, limpar a sala inteira por fazer bagunça, escrever cem vezes "Não vou mais falar palavrão" e levar pra casa um bilhetinho pedindo ao pai para comparecer na escola, era a coisa mais normal do mundo.
Isso não era motivo nenhum pra que me tornasse uma pessoa problemática.
Hoje, as coisas são outros quinhetos....
Ontem vi uma colega colocando um aluno de costas pra turma e lembrei.
Será que ela não sabe os riscos que está correndo?
Ou ela pensa que esta vivendo NO MEU TEMPO?


Profª Liliane


domingo, 7 de agosto de 2011

Quinta-feira, dia 04, estava eu ministrando uma aula em turma de 2ª série do ensino médio. A aula era a respeito do Romantismo. Em certo momento da aula, um aluno que não estava interessado no assunto e, por sinal, estava conversando, parou de conversar e disse-me: - Professora, vamos falar sobre a realidade. Vamos falar sobre o namoro hoje. Eu respondi-lhe: - Sim, meu filho, vamos falar sobre o namoro nos tempos atuais. Realmente, o namoro é um tema do romantismo. Bem lembrando, mas vamos tratar desse assunto em outra aula.
Agi dessa forma, porque estava corrigindo uma atividade da aula anterior e não queria interrompê-la. Sei que agi de maneira incorreta, onde deveria ter aproveitado a ideia e o gancho desse aluno, como uma forma estimulá-lo e de levá-lo a se interessar pela aula, desencadeando um debate de forma a envolver toda à turma, já que o namoro é um assunto em que o jovem se interessa muito e faz questão de participar.
Depois que tomei essa atitude, lembrei-me das orientações sábias da professora Tatiana Fadel, quando ela falou que devemos aproveitar as opiniões e conhecimentos dos alunos de forma a interagirmos com eles, gerando novos conhecimentos. Mas o nosso papel é sempre nos auto avaliarmos, de forma a revermos nossa prática.
                              Professora Cleide Oliveira

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Hoje tive aula em uma turma, na qual gosto muito. Um 9ºano, sala pequena, 16 alunos ( no início eram 20 e a sala ficava cheia) a maioria meninos, meninos com realidades duras, mas com carinhas muito boas. Foi bom revê-los, não que não tenha sido com os outros, mas quando é uma turma que temos maior afinidade, o eco do afeto deixa as coisas bem melhores. Me senti bem em ter pessoas que estavam me esperando, até com um certo desejo(coisa que sabemos que não é tão comum nas nossas salas) me senti bem em ser relevante para eles. Ser professor não é fácil, tem momentos que é quase insuportável mesmo, mas acredito que poucas profissões nos dariam a chance de sermos tão decisivos e importantes para outros seres, principalmente aqueles mais vulneráveis como são os nossos alunos, que além de conhecimento, precisam de quase tudo. Estou feliz por participar da vida desses meninos e meninas e espero poder contribuir com o melhor de mim e ser alguém que faça a diferença pra eles.
Paula

domingo, 31 de julho de 2011

Constatação de um fato

Após a realização da oficina da resitência, analisando os argumentos da Professora Tatiana Fadel, descobri meios de como lidar com tantas informações trazidas pelos alunos. Como falou a Tatiana é impossível competir com o Google. Por isso devemos nos preparar, construir um repertório muito vasto, para então, discutir e refletir a informação trazida pelo aluno e trnasformá-la em conhecimento.


Prof. José

sábado, 30 de julho de 2011

Soluções pedagógicas

Nós professores muitas vezes deixamos de pôr em prática, algumas palavras que creio que são essenciais para melhorar nossa prática pedagógica, como: respeito, cooperação, compromisso, dedicação e Amor. Essas palavras tão usadas por nós em sala de aula acaba faltando de forma notória em nosso dia-a-dia enquanto educadores.
Entre tantas coisas que faltam pra que possamos ter uma educação de qualidade, acredito que a FALTA de conhecimento com todo o peso da palavra é o que mais faz falta.

Liliane Vieira Nunes

RELENDO

RELENDO
Ao fazer uma releitura, vem forte a lembrança do primeiro livro que ganhei de presente da minha professora de português da 5ª série, a doce Rosangêla, responsável por me apresentar Polliana, seguido de Polliana Moça, O Menino do Dedo Verde e o Pequeno Príncipe. Era o começo de um caminho sem volta, o gosto pela leitura. Nesse momento da vida, sonhar era a ordem do dia, e assim o fiz, estimulada pela magia de Monteiro Lobato e tantos outros que a memória guardou em alguma gaveta própria pra isso.
E nesse universo fui seguindo mundo a fora, até chegar o momento da decisão. Que profissão? Professora, sem vacilar. E assim foi por um tempo, e no contato com os meus alunos, aprendi, ensinei, transformei e me transformei várias vezes.
Mas nem sempre a história é escrita da forma que sonhamos. Acometida da síndrome do pânico, adio sonhos, carreira, enfim a vida paralisa. Deixo a sala de aula e começo a me reinventar para sobreviver nesse momento difícil, que nem a medicina explicava. Quando tudo se agravou e o contato com o mundo ficou ainda mais limitado, o que me restava de conexão com o exterior eram os livros, dos romances espíritas a bula de remédio, devoro tudo. Era pra mim o alívio da prisão que se instalava no meu ser movido pelo medo inexplicável de tudo.
Eis que surge a internet, de forma mágica me conecto com o mundo, descubro coisas, encontro pessoas, começo a reler o mundo, e a pesquisar as causas e a cura para o que sentia. Procurei entender assim, formas de lidar, de burlar as crises, de voltar a viver, enfim, sentia muitas saudades de mim.
Em um belíssimo momento de rebeldia, fui de encontro a tudo que não gosto na medicina (adepta da homeopatia), o remedinho da tarja preta, bem como ao consultório de uma terapeuta.
Superação é o nome que dou a essa momento da minha vida. Tal qual a fênix tatuada na minha perna, renasci. Retomei a vida e fui me reencontrar.Nesse processo, a primeira decisão foi prestar vestibular.
Aprovada, recomecei de forma intensa, desafiadora, mágica, saindo assim do processo de mutilação emocional para o de criação e recriação de mim mesma. Conheço então, a militância sindical, e aprendo novos conceitos sobre respeito, solidariedade, construção coletiva, educação. Hora de reler a vida, de aprender lições práticas e não esquecer jamais.
Mas nada parou por ai e em contínuo processo de mudança, passo a conviver com a militância política, experiência riquíssima e avassaladora, que exigia de mim praticar os novos conceitos aprendidos anteriormente, bem como incorporar tantos outros.
Saio recentemente desse processo carregando uma riqueza de formas e cores que só a convivência com as diversidades e multiplicidades é capaz de dar.
E nesse instante volto a ser desafiada a cumprir um novo papel, ou talvez retomar de onde parei, voltar ao município onde cresci, exercer a minha profissão fazendo uso do “repertório intelectual” acumulado durante essa longa caminhada da vida que, como diz Guimarães Rosa, “esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é... coragem!!

Terezinha Barbosa

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Meu relacionamento com a leitura.

Quando descobrir que sabia ler, fiz questão mostrar para todos, coisas do interior. No ensino médio foi um período de descobertas, muitas disciplinas, vários professores. Venci, ufa, me formei. Vamos ao terceiro grau. E agora, muitos termos desconhecidos mas, casei-me com Aurélio Buarque de Holanda, pense, tomei gosto, fazia Educação Física e aí comprei do SOBOTTA, TRIVINO, CHAUÍ, KUNZ, MERLEAU-PONTYSANTIN, FREIRE, entre outros da área e da Educação. Daí pra frente tomei gosto pela leitura pois, sem ela nada feito. Hoje, leio de tudo um pouco, pois preciso contextualizar os conteúdos que estão propostos pele rede, para não deixar os educandos alheios a realidade que os cercam.
Eu gosto de ler, principalmente o que me subsidia para o entendimento do que está acontecendo pertinho de mim, avaliações...., aplicação do FUNDEB e outros assuntos.
Ter um bom relacionamento com a leitura é bom, mas, vamos devagar, cautela para não enfartar, quando descobrir como se dá o rombo da previdência. (esse parágrafo é só para descontrair)

Núbia Oliveira

PENSE NISSO!

A estrada para o sucesso não é uma reta. Há uma curva chamada fracasso,
Um trevo chamado confusão, Um quebra molas chamado amigos,
Faróis de advertência chamados família e Pneus furados chamados empregos.
Mas, se você tiver um estepe chamado determinação, Um motor chamado perseverança, Um seguro chamado fé e um motorista chamado Deus.
Você chegará a um lugar chamado Sucesso!!!

Minha relação com o estudo.

É muito gratificante se relacionar com pessoas que estão próximas e conhecer outras novas. Sei que não é fácil estudar...Mas já provei de momentos prazeresos de muitos árduos. Sendo assim, posso compartilhar esses conhecimentos que adquiri na minha vida de estudante com outros cidadãos que estão á minha volta, principalmente aplicá-los em minha história sobre o ato de estudar...Estou certa de que vale a pena somar experiências vivenciadas com as demais pessoas.
Desde a minha infância que dedico a maior parte do meu tempo nos estudos.
Nesse percurso já participei de diversos cursos de formação continuada e atualmente estou participando de um curso de mídias na educação.Acho legal, portanto,já estou no ciclo avançado.
Já li vários capitulos de livros passados pelos professores para realização dos trabalhos academicos.
Gosto de ler livros de literatura de cordel,textos biblicos, mensagens e reflexões que nos faz viajar no mundo imaginário.
Gosto de ler textos interessantes e levá-los para sala de aula e compara-los com fatos que ocorrem no nosso cotidiano.


Maria Rosa Neta Santos

Minha relação com os estudos



Minha relação com os estudos sempre foi uma relação harmoniosa e prazerosa, porque sempre fui amiga da leitura e da escrita. Quando eu era criança, gostava muito de ler revistas, principalmente fotonovelas, horóscopo e sobre a vida dos artistas, pois era uma noveleira de carteirinha. Sentia tanto prazer em ler estes artigos, que não podia ver uma revista à minha frente. Como eu não tinha dinheiro para comprar, pedia-as emprestado às colegas.  Lembro-me muito bem, que quando eu pegava numa revista era como eu tivesse ganhado o maior prêmio do mundo. Sentia tanto prazer em ler fotonovelas que me sentia fazendo parte do universo dos personagens, principalmente das cenas e do enredo. Depois passei a ler revistas sobre narrativas românticas, tais como: Júlia, Bianca, etc. Durante a leitura viajava no tempo sem sair do lugar e, sem contar, a sensação de prazer que elas me proporcionavam. Na verdade, meu maior entrosamento com os livros foi após o meu ingresso na universidade, onde era obrigada a ler obras e mais obras indicadas pelos professores. Foi a partir dessa obrigatoriedade que passei a conhecer e a amar a literatura. Hoje tenho muito mais consciência da importância da leitura na vida do ser humano, pois leio em torno de três a cinco livros por ano. Depois que estou participando das oficinas de produção de texto do Sintese, estou amando muito mais esse processo de leitura e de escrita, o qual é essencial para o crescimento moral e intelectual do ser humano. Ele tem contribuído muito para a minha prática do dia-dia de sala de aula. Estou adorando a “Oficina de Produção de Texto e as Redes Sociais na Internet” com a professora Tatiana Fadel. Por isso estou aqui mais uma vez. Um abração a todos.
                                                                                                                                   Professora Cleide

Felicidade e seus significados.

Dalai Lama defende o treinamento mental como meio de atingir a felicidade.
Refletindo sobre essa frase, ontem passei a ter consciência de como a forma que estava lendo,
e o que tava lendo, contribuia para minha infelicidade profissional.
Me sinto envergonhada por ter oferecido aos meus alunos "qualquer coisa".
Aulas que não acrescentaram quase nada em suas vidas.
E agora?
Irei me inspirar em Dalai Lama, e treinar minha mente
a uma nova forma de estudar, ler, buscar e transmitir conhecimentos.
Se treinar é o meio pra ser feliz.
Estou no caminho certo!!!!

Obrigado, Tatiana.

Liliane Vieira Nunes

PARA REFLETIR

Lembre-se sempre:

"A alma humana é alimentada pelos saberes ofrecidos pela vida". Por isso precisamos perenemente:

* Conhecer novas pessoas;
* Apreciar o brilho do sol;
* Sentir o perfume das flores;
* Ler um bom livro;
* Amar e ser amada;
* Entender que as diferenças é que produz conhecimentos;
* Contemplar a natureza como presente especial de DEUS;
* Viver cada momento como se fosse o único;
* Saber que, como disse o nosso poeta CAZUZA, " o tempo não pára" . . .
Para que assim possamos ter a sensação de que podemos não apenas transformar o mundo, mais também " viver a vida intensamente". Isso é FELICIDADE .

PROFª Vilma Bizerra do Nascimento

A POESIA É CONHECIMENTO

ESTUDAR  É  .  .  .

Romper barreiras e desafios vencer

Estimular-se e sempre buscar

Aprendizagem, ideias e saber

Lendo, interpretando e participando

Iluminando caminhos para poder

Zelar do conhecimento

A ponto de promover

Reflexão e desenvolvimento


E para isso o professor

Continuará na realidade

Organizando suas leituras

Na busca de uma identidade

Selecionando os melhores textos

Trabalhando de verdade

Realizando transformações

Unindo potencialidades

Inspirado pelas mudanças e

Rompendo as dificuldades

( Pofª  Lucenilde Rodrigues Santos)

 
















Diversidade

Bom dia,

eu tomei essa postura de ficar diverso me tornar diverso no decorrer da minha docencia , porque acredito, temos essa obrigação enquanto formadores de idéias (facilitadores) educadores. Quanto ao hábito da leitura sempre gostei mais não com muito afinco em um passado bem distante. Gosto de procurar novos caminhos até mesmo por que,temos que nos atualizar. Eu defendo sempre a tese de que não temos que ler só o que é interessante ou o que nos satisfaz mas o que nos instrui , informa nos faz crescer materialmente, espiritualmente , intelectualmente , profissionalmente. Gosto das oficinas do SINTESE nos facilita , ajuda a mudar o olhar.

Yvana Mota

Eta vida difícil, meu Deus



Em síntese, os cursos falam a mesma linguagem de formas diferentes às pessoas que desejam ser bons profissionais (ou pessoas mais felizes): domine a máquina e busque o conhecimento. Ou melhor, ao contrário, pois o primeiro nada seria sem o segundo. Recentemente, ouvi uma palestra cujo tema foi: “Decifra-me ou te devorarei”  - que tem muito a ver com o que eu estou falando. Estou convencida que este é o caminho.
Não tenho uma vida fácil (sei também que isso não é  ‘privilégio’ meu). Trabalho em escola pública, particular, trabalho em casa: preparação de aulas, provas, correções, estudo, cuido e curto meu filho e meu marido, tomo decisões administrativas da casa, estudo inglês e agora quero/preciso me inteirar melhor sobre computador. Vou atrás de alguém – professor -  que me dê umas dicas – aulas – para que eu possa ‘deitar e rolar’ nas minhas aulas, já que não disponho de tempo para sozinha descobrir o que ela pode me possibilitar. No último domingo, dormi 1h e acordei 5h (quatro horas de sono, e não foi por falta dele) pra dar conta de umas correções de provas de alunos. Mas ainda falta... leio pouco; quero, aliás,  preciso ler mais. Tenho de dar um jeito de achar um novo ‘buraco’ para as minhas leituras não obrigatórias, de entretenimento. E nesse meio tempo, ainda preciso me divertir, ver amigos, viajar, ver a família que não mora aqui. E tomar cursos...
E ainda tem gente que diz que vida de professor é fácil!

Rose c.

MINHA RELAÇAO COM O ESTUDO

Por Profª Monica


Bom dia!!
Atualmente nao está tão intensa como gostaria, mas sempre foi uma relaçao estreita, principalmente com a leitura de títulos diversos, pois acredito que vc ter pinceladas do que acontece no mundo e com o ser humano, em se falando de comportamento, que muito me interessa, tb lhe dá uma referencia para possiveis debates ou conversas amenas.

Abraços

quinta-feira, 28 de julho de 2011



Criar, produzir algo da própria entranha, para mim está longe de ser considerado fácil ou banal. E quando vem acompanhado de especificidade, aí é que a coisa fica um tanto.... mais complicada. Escrever nunca foi o meu forte, sempre me atrapalhei com vírgulas, pontos e regras gramaticais, organizar ideias coerentes em uma folha em branco quando tem alguém esperando que eu o faça, é coisa que quase sempre me trava. Não que às vezes, não aconteça , porém, cálculos despretensiosos, sisteminhas de equação, teorias das mais improváveis, medir, pesar, aferir de um modo geral, me deixam um pouco mais a vontade e até chegam  a ser prazerosos.  Confesso contudo que sempre gostei de ler coisas bem escritas, de escutar pensamentos bem organizados  e que realmente dizem, de ouvir músicas “ músicas” e de flertar com a capacidade que as palavras tem de encantar a gente quando estão no lugar certo e na hora oportuna. Acho que ao ver essa oficina vislumbrei tudo isto e resolvi arriscar, mesmo sendo tal qual um corpo estranho.
Paula.

Em poucas palavras

              Vivemos em uma sociedade onde a angustia, a irritação, a ansiedade e a preocupação são bastante comuns. Eu por exemplo, passo o dia resolvendo os problemas dos outros e não sou capaz de dar uma guinada e resolver os meus. E um desses problemas é a falta de tempo. Eu gostaria muito de me dedicar a leitura de bons livros, um prazer que confesso não tenho a muito tempo.
            Algumas vezes sinto vontade de escrever, contar minhas histórias, minhas experiências. Mas não sei por onde começar, tenho medo de não agradar, de não ser compreendida, de me expor.
Dizem que admitir nossas carências e nossas falhas é sinal de maturidade, se isso é verdade, estou madura. Só me falta tempo e coragem!


 
Telma Fernandes

oficina3f

Oi boa noite!

Desde que comecei a participar das Oficinas oferecida pelo Sintese abriu novos horizonte em minha vida, os temas são muito interessantes principalmente esse Comunicação e Educação Produção de texto e Redes Sociais  
na Internet, mostra como é importante está conectado com o Mundo.


Professora Josimeire - Aracaju/se

leitura

Sempre gostei muito de ler, quando adolescente passava a metade da noite lendo romances, cotinuei com esse hábito até quando terminei a graduação. Lia muita literatura, era assinante da veja, gostava de cordel, porém de uns tempos pra cá fui deixando esse hábito tão bom de lado. sempre amei ser professora,mas confesso que me sinto desanimada esem motivação. Hoje a leitura pra mim não é uma coisa prazerosa, só leio alguma coisa se for obrigada, os romances e as literaturas perderam a graça e o gosto por outras leituras também. Por isso optei por fazer essa oficina sempre fui boa com textos, preciso aprender de novo o gosto pela leitura. As vezes sinto-me estagnada no tempo, sem leitura o mudo é diferente , parece que voce desaprende a falar seu vocabulário fica restrito,pobre. é isso.

Boas vindas

Bem vindos, companheiros!