Criar, produzir algo da própria entranha, para mim está longe de ser considerado fácil ou banal. E quando vem acompanhado de especificidade, aí é que a coisa fica um tanto.... mais complicada. Escrever nunca foi o meu forte, sempre me atrapalhei com vírgulas, pontos e regras gramaticais, organizar ideias coerentes em uma folha em branco quando tem alguém esperando que eu o faça, é coisa que quase sempre me trava. Não que às vezes, não aconteça , porém, cálculos despretensiosos, sisteminhas de equação, teorias das mais improváveis, medir, pesar, aferir de um modo geral, me deixam um pouco mais a vontade e até chegam a ser prazerosos. Confesso contudo que sempre gostei de ler coisas bem escritas, de escutar pensamentos bem organizados e que realmente dizem, de ouvir músicas “ músicas” e de flertar com a capacidade que as palavras tem de encantar a gente quando estão no lugar certo e na hora oportuna. Acho que ao ver essa oficina vislumbrei tudo isto e resolvi arriscar, mesmo sendo tal qual um corpo estranho.
Paula.
Vc escreve com a alma.
ResponderExcluirProf. José