Em síntese, os cursos falam a mesma linguagem de formas diferentes às pessoas que desejam ser bons profissionais (ou pessoas mais felizes): domine a máquina e busque o conhecimento. Ou melhor, ao contrário, pois o primeiro nada seria sem o segundo. Recentemente, ouvi uma palestra cujo tema foi: “Decifra-me ou te devorarei” - que tem muito a ver com o que eu estou falando. Estou convencida que este é o caminho.
Não tenho uma vida fácil (sei também que isso não é ‘privilégio’ meu). Trabalho em escola pública, particular, trabalho em casa: preparação de aulas, provas, correções, estudo, cuido e curto meu filho e meu marido, tomo decisões administrativas da casa, estudo inglês e agora quero/preciso me inteirar melhor sobre computador. Vou atrás de alguém – professor - que me dê umas dicas – aulas – para que eu possa ‘deitar e rolar’ nas minhas aulas, já que não disponho de tempo para sozinha descobrir o que ela pode me possibilitar. No último domingo, dormi 1h e acordei 5h (quatro horas de sono, e não foi por falta dele) pra dar conta de umas correções de provas de alunos. Mas ainda falta... leio pouco; quero, aliás, preciso ler mais. Tenho de dar um jeito de achar um novo ‘buraco’ para as minhas leituras não obrigatórias, de entretenimento. E nesse meio tempo, ainda preciso me divertir, ver amigos, viajar, ver a família que não mora aqui. E tomar cursos...
E ainda tem gente que diz que vida de professor é fácil!
Rose c.
Pois é Rose, essa é a nossa rotina do dia-dia de professor. Não podemos fugir dela de jeito nenhum. E é nesse corre-corre que temos que encontrar tempo para cuidarmos de nós mesmas e, assim, nos realizarmos fisicamente, moralmente e intelectualmente. Sucesso!
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